Transporte

 

O Carro na Contramão

A quantidade de carros só aumenta, com ela, a necessidade de mais investimento em estradas e controle do trânsito. Os engarrafamentos furtam o tempo útil e estressam os trabalhadores. Reduzem o espaço do pedestre.

Carro custa caro e tem vida útil inferior a dez anos, o que significa um mau investimento no longo prazo.

É verdade, entretanto, que, em muitos casos, ter carro é bom demais. Melhor ainda é ter transporte público eficiente e de baixo custo para os usuários.

Se der, vá andando, se puder, vá de bicicleta. Aproveite e ganhe boa forma.

 

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Acima, a Praça Castro Alves, em Salvador, no tempo dos bondes. Os poucos carros estacionados não incomodavam. Embaixo, a mesma Praça nos anos '60, tomada pelos carros. Tem uma grande ironia nessa história. Em seu poema O Povo ao Poder, Castro Alves escreveu: A praça é do povo / Como o céu é do condor. Mas, na segunda metade do século 20, muitas praças eram dos carros. Por volta de 1980, a Praça Castro Alves ganhou um calçadão, para retorná-la ao povo (foto mais embaixo).

 

A empresa pernambucana Serttel e seu interessante Sistema de Compartilhamento de Bicicletas, que funciona com bons resultados em Recife, Salvador, Brasília e várias outras cidades do Brasil. Foi contratada para implantar seu sistema também em Buenos Aires. A Serttel é especializada em transportes sustentáveis, com sedes no Parque Tecnológico de Eletroeletrônica de Pernambuco (Parqtel) e no Polo Tecnológico do Porto Digital, no Recife.

Grandes metrópoles como Nova York, Londres (Barclays Cycle Hire) e Paris (Vélib') possuem seus próprios programas de compartilhamento de bicicletas, veja um artigo no The New York Times.

 

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Praça Castro Alves em 2003

 

 

 

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